quinta-feira, junho 29, 2006
os amarelos escasseiam, o que per si não preocupa mas, ou porque a greve dá um jeitaço por fazer de um pobrezinho fim-de-semana de dois dias um monumental fim-de-semana de quatro, cinco, tantos dias, ou porque o instrumento último da força laboral é antecipado. faz sentido, porque se perde imenso tempo com conversações de chacha. se o zulu fosse presidente de um sindicato nem pensava duas vezes, marcava uma reunião com a entidade empregadora, com o moderador do costume, esse pachorrento estado, que por vezes acumula funções e na mesma altura, ou até antes, marcava também a greve. o zulu tomaria esta atitude por não perceber absolutamente nada do que estaria em jogo, à semelhança dos congéneres em funções. o zulu entrava na reunião e atacaria logo pelos flancos: "nós poderemos ter de tomar medidas extremas, tais como convocar uma greve".
o zulu chama a atenção para o seguinte: a banalização de processos retiram as potencialidades e a respeitabilidade aos comportamentos
zulu veste de amarelo.
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